A base vem primeiro.
Técnico em Informática no IFMT, campus Pontes e Lacerda. Programação, banco de dados, redes e lógica para entender sistemas por inteiro.
Salesforce é a ferramenta.
Aprender a pensar é o diferencial.
Uma mentoria para parar de decorar a plataforma e começar a pensar soluções. Apex, Flow, integrações e arquitetura conectados à realidade de produção.
Uma história que começa no interior de Mato Grosso. E continua em cada problema novo.
Meu ponto de partida
nunca foi meu limite.
No IFMT, entre 2018 e 2020, construí uma base em programação, bancos de dados e redes. Mais do que aprender tecnologias, comecei a entender como as partes de um sistema se relacionam.
Em 2019, participei de pesquisa com reconhecimento óptico de caracteres, o OCR, aplicado a informações de veículos. Resolver problemas concretos veio antes de escolher uma plataforma.
A Ciência da Computação na UNEMAT, de 2021 a 2025, aprofundou esse olhar. Algoritmos, estruturas de dados e engenharia de software encontraram, no mercado, consequências reais.
“A universidade me ensinou a olhar além da implementação. Produção me ensinou o que acontece quando ela encontra a realidade.”
Técnico em Informática no IFMT, campus Pontes e Lacerda. Programação, banco de dados, redes e lógica para entender sistemas por inteiro.
Participação em pesquisa com OCR, reconhecendo informações de veículos em um contexto de apoio à localização de veículos roubados.
Início de Ciência da Computação na UNEMAT, em Cáceres. Algoritmos, estruturas de dados, engenharia de software e sistemas distribuídos.
Início profissional com desenvolvimento e automações na plataforma. Terceiro lugar na etapa latino-americana da Huawei ICT Competition.
Aprofundamento em Apex, Flow, LWC, Aura e integrações. Novo terceiro lugar na etapa latino-americana da Huawei ICT Competition.
Primeiro lugar no Brasil e terceiro lugar mundial na Huawei ICT Competition, categoria Computing. A final aconteceu em Shenzhen, China.
Conclusão de Ciência da Computação na UNEMAT. Uma formação que amplia a maneira de analisar o que acontece em produção.
Atuação sênior: integrações, estabilidade operacional, arquitetura e comunicação com o negócio. Experiência transformada em uma proposta de mentoria.
Ensinar também faz parte dessa história. Compartilhei Python na SECOMP, em um contexto com participantes de IFMT, UNEMAT e SENAI. Explicar bem exige entender de verdade. Essa convicção continua na mentoria.
Huawei ICT Competition
Computing · 2024
Huawei ICT Competition · 2022 e 2023
Em 2024, representei o Brasil na final mundial em Shenzhen. Voltei com o terceiro lugar na categoria Computing e o reconhecimento acadêmico da UNEMAT. Uma experiência que ampliou meu repertório — e a maneira de enxergar o que o conhecimento pode abrir.
Agentforce SpecialistCertificação oficial Salesforce
UNEMAT + IFMTCiência da Computação e formação técnica
Repertório que se ampliaHuawei HCIA-5G, dados e infraestrutura
Desde 2022, Salesforce é parte do meu trabalho. A responsabilidade vai além da implementação.
Uma chamada HTTP pode funcionar.
Uma integração precisa ser confiável.
Trabalho com processos comerciais, atendimento, Field Service, pagamentos, pedidos, precificação, estoque, contratos e portais. São regras de negócio que atravessam sistemas e afetam a rotina de pessoas.
Em cenários com SAP, TOTVS, ERPs e APIs de terceiros, um payload correto é só o começo. Falhas, duplicidade, filas e consistência de dados também fazem parte do desenho.
Resolver o erro é uma parte. Explicar por que ele aconteceu, os riscos e o caminho que faz sentido para o negócio é outra.
Back-end & APIsNode.js, TypeScript, NestJS, Python, PHP, Laravel, C# e Java.
Interfaces & aplicaçõesJavaScript, React, Vue e React Native. Componentes que conversam com serviços.
Dados & infraestruturaPostgreSQL, SQL, NoSQL, Docker, Git e CI/CD. Entender o que acontece fora também melhora o que se constrói dentro.
Algumas das melhores lições de arquitetura começam quando a solução que parecia correta deixa de funcionar.
Caderno de campo — experiências técnicas anonimizadas. Sem dados de clientes.
Um processo de recebimento de e-mails apresentava falhas relacionadas ao limite transacional de consultas SOQL.
Entender a transação completa: triggers, automações e critérios de associação de mensagens, além da consulta que atingiu o limite.
Investigar a causa raiz, avaliar consultas em lote e identificar operações redundantes. O desenho das automações precisa ser analisado como um conjunto.
“Nem todo limite estourado é apenas um problema de performance. Às vezes, ele revela um problema de desenho.”
Integrações entre Salesforce, ERPs e APIs externas precisam lidar com indisponibilidade, requisições repetidas e sincronização de estados.
Manter consistência quando uma chamada falha, chega duplicada ou é processada fora de ordem.
Avaliar contratos de API, idempotência, retentativas e reprocessamento. Definir responsabilidades e tornar cada operação rastreável.
“Integrar dois sistemas é fácil no cenário ideal. O desafio é continuar confiável quando o cenário ideal desaparece.”
Um processo de conversão envolvia clientes existentes, Account, Contact, tipos de registro e automações que podiam entrar em conflito.
Entender quais registros reaproveitar e como preservar as regras de associação ao longo da conversão.
Revisar a modelagem, o papel de Person Accounts e o ciclo de vida do Lead. Explicar as alternativas às áreas de negócio antes de alterar o comportamento.
“O problema nem sempre está no código que falhou. Pode estar na forma como o processo foi modelado.”
O caminho entre Opportunity, produtos, ordens de serviço e agendamentos exige consistência entre serviços, valores e estados.
Considerar estados parciais, cancelamentos e o impacto das regras na rotina de quem executa o serviço.
Analisar as relações entre Work Orders, seus itens, Service Appointments e Opportunity Line Items. Validar cálculos e transições com o processo de negócio.
“Uma solução boa precisa passar nos testes e fazer sentido no trabalho de quem depende dela.”
Fluxos de renovação e clonagem podem criar associações indevidas entre registros originais e derivados.
Preservar a integridade referencial sem atualizar registros que não fazem parte da operação.
Revisar os relacionamentos e critérios da automação. Isolar a responsabilidade de cada atualização e validar os caminhos com testes regressivos.
“Às vezes, a melhor correção não é adicionar mais automação. É remover uma decisão que não deveria existir.”
Em processos complexos, logs isolados nem sempre permitem reconstruir uma operação que percorre vários serviços.
Conectar os eventos para entender onde uma falha começou e quais etapas foram afetadas.
Trabalhar com logs estruturados, correlation IDs e rastreamento transacional. Pensar no tratamento de exceções junto com a estratégia de suporte.
“Um sistema observável transforma investigação em análise, e não em adivinhação.”
Mudanças relevantes exigem entender dependências, falhas de testes e o efeito sobre os dados existentes.
Planejar o que acontece antes, durante e depois de uma implantação, incluindo a possibilidade de reversão.
Combinar testes Apex e regressivos, dry-run, backup e plano de rollback. Reservar uma etapa de validação após o deploy.
“Quem pensa em produção precisa pensar no que acontece antes, durante e depois do deploy.”
Não é uma disputa entre quem sabe mais. É uma mudança na forma de fazer perguntas.
Mentoria Salesforce Além do Óbvio.
Uma proposta de acompanhamento para desenvolver prática, repertório e autonomia.
Código bom assume responsabilidades. E conhece seus limites.
Fundamentos e orientação a objetos · Bulkification · Triggers e serviços · Testes · Queueable, Batch e Scheduled Apex · Tratamento de erros.
Saber quando usar também é saber desenvolver.
Flow ou Apex · Critérios de entrada e reentrada · Ordem de execução · Modelagem · Performance · Manutenção sustentável.
A interface é parte da solução. Não a última camada de tinta.
Componentização · Estado e reatividade · Eventos · Integração com Apex · UX e testabilidade · Contratos e erros.
O endpoint respondeu. O trabalho continua.
REST e SOAP · Autenticação · Webhooks · Payloads · Processamento assíncrono · Idempotência · Retentativas · Observabilidade.
Decisões que continuam fazendo sentido em produção.
Incidentes · Modelagem de dados · Limites transacionais · Logs · Trade-offs · Governança · Testes e deploy.
Aprender a defender uma decisão é parte da evolução.
Repertório · Comunicação técnica · Portfólio · Entrevistas técnicas · Responsabilidade · Tecnologia e negócio.
Não é uma fórmula pronta. É um percurso de engenharia de software aplicado ao seu momento.
Experiência, objetivos, dificuldades e autonomia. Primeiro, entender o que você realmente precisa.
Fortalecer os fundamentos para que a próxima solução não dependa de uma receita pronta.
Exercícios contextualizados, revisão de código e Flow, e discussão de cenários de arquitetura.
Justificar escolhas, comparar alternativas e comunicar consequências técnicas e de negócio.
Consolidar a prática em projeto, repositório ou portfólio e orientar os próximos passos.
Três pontos de partida. A trilha faz sentido quando respeita sua experiência.
Para quem está começando ou quer reorganizar a base. Plataforma, dados, lógica, Apex, Flow, SOQL e segurança para ganhar autonomia progressivamente.
Para quem já implementa e quer decidir com confiança. Arquitetura de código, LWC, integrações, testes, performance, Async Apex e governança de automações.
Para quem enfrenta sistemas mais complexos. Integrações robustas, observabilidade, riscos, trade-offs e comunicação com o negócio. Responsabilidade se desenvolve com prática.
Sessões práticas, revisão de código e Flow, discussões de arquitetura e exercícios contextualizados. Diagnóstico inicial e orientações de estudo conectam cada encontro.
Conforme o escopo acordado: projeto para portfólio, repositório estruturado, exercícios, registro de decisões e plano de evolução profissional.
Não necessariamente. A trilha parte de um diagnóstico para identificar os fundamentos necessários e respeitar seu momento.
Pode servir para profissionais que desejam aprofundar sua visão técnica, desde que os objetivos sejam compatíveis com o foco da mentoria. Esse alinhamento acontece na conversa inicial.
Não. Existem caminhos voltados a fundamentos, desenvolvimento e discussões de arquitetura, de acordo com a experiência e os objetivos de cada pessoa.
A proposta envolve exercícios, estudos de caso anonimizados, revisões e cenários semelhantes aos de ambientes corporativos. Informações internas e dados de clientes não são compartilhados.
O formato e a disponibilidade serão alinhados durante a conversa inicial. A proposta é adaptar o acompanhamento ao contexto e ao escopo combinado.
Os valores e o escopo serão conversados diretamente após compreender seu momento e seu objetivo. Não existe um pacote único definido nesta página.
Não. A mentoria é independente e não emite certificações oficiais Salesforce, nem garante aprovação em exames.
As sessões são propostas em blocos de aproximadamente 1h a 1h30. A duração do percurso e a quantidade de encontros dependem do formato combinado.
Se você quer virar referência,
comece pensando como uma.
Me diga onde você está hoje. A gente encontra o formato mais honesto para sua evolução.